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Basta de criminalidade



Basta de (pouca) vergonha!

Num país em que a Justiça anda pelas ruas da amargura, com críticas severas ao governo vindas de todos os quadrantes sociais e judiciais, foi com enorme espanto e indignação - de muitos tal como nós - que surgiu a notícia da milionária indemnização ao ex-suspeito de pedofilia Paulo Pedroso.

Paulo Pedroso deixou de ser considerado arguido por decisão do Tribunal de Instrução Criminal, o mesmo tribunal que decretou a medida de prisão domiciliária a um nosso dirigente por suspeitas de «envolvimento político» e a detenção de mais de 60 nacionalistas, e foi com base nessa decisão que agora se considerou «erro grosseiro» a aplicação da prisão preventiva ao dirigente socialista.

A indemnização agora atribuída ao ex-ministro do governo de António Guterres é a maior de sempre decretada por um tribunal em Portugal. As indemnizações às famílias de vítimas de acidentes de trabalho não passam em média, segundo fonte judicial, 20 a 30 mil euros, e estamos a falar de mortes. O ex-ministro do Trabalho e da Segurança Social recebeu a indemnização recorde de mais de 100 mil euros!

O ilustre político e ex-deputado do PS, já felicitado por José Sócrates, nem sequer se dignou, por exemplo, a anunciar a atribuição desse «subsídio» a uma organização de combate à pedofilia e ao abuso sexual de crianças, já que fez parte da pasta da Solidariedade enquanto ministro. Seria o mínimo que se podia exigir a alguém movido pelo «imperativo ético» anunciado e detentor de genuína «solidariedade».

Assim, ficará sempre a suspeita no ar, sobre os contornos de um caso que prometeu um «terramoto» mas que parece esmorecer-se ao mesmo ritmo que desaparece o sentimento de justiça neste país, e o PNR só tem a lamentar profundamente que essa mesma «justiça» tenha dois pesos e duas medidas: uns na prisão, perseguidos e injustiçados, e outros cá fora, com os bolsos cheios do produto do roubo, circulando impunes e sem castigo.

Basta de vergonha!

Do Presidente aos Nacionalistas - Setembro de 2008

Está bem fresca na nossa memória a repressão contra uma festa particular do PNR, no passado dia 9 de Agosto em Lagoa, no Algarve, aquando da realização do primeiro “Festival Nacionalista de Verão”, com o intuito de promover o convívio entre militantes em ambiente e estilo diferentes daquilo que tem sido habitual.
Tudo foi feito para boicotar e inviabilizar uma festa de um partido, como as há, tantas outras de outros partidos. A diferença é que se trata do PNR e, assim sendo, tudo se “justifica” e “explica”…

Por ser uma festa do PNR, a Câmara de Lagoa, cedendo naturalmente a pressões vindas do sítio do costume, mandou que se desmontasse e retirasse a aparelhagem de som e os instrumentos musicais para actuação de bandas – acabadinhas de montar! - que esta disponibiliza para as mais diversas entidades que o requeiram! Tal sucedeu quando apenas faltava uma hora para o começo do programa do Festival!
Só mesmo a extraordinária dedicação, capacidade de reacção e mobilização dos nossos militantes algarvios, permitiu que se improvisasse nova instalação de som e de instrumentos musicais, solicitando uma coisa aqui e outra acolá, entre amigos e conhecidos em diversas terras do distrito. Tudo se conseguiu resolver, com dificuldades, atrasos óbvios e dores de cabeça, mas a festa fez-se na mesma! Aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes!

Além deste tipo de boicote e descriminação chocantes, ainda fomos alvo de um verdadeiro cerco de brigadas da GNR que, no exterior, montaram barreiras nos acessos ao local do evento, fazendo parar todos os carros, revistando-os, inquirindo os ocupantes acerca de irem ou não ao festival e, por fim, aconselhando-os a não o fazerem.
No interior do recinto, aí, foram os agentes da PJ que ao longo de todo o dia estiveram a “tomar conta” de nós…

Ou seja, um espectáculo degradante e escandaloso que configura a mais óbvia repressão, censura e boicote com que têm sido brindados os Nacionalistas.

Enfim, assaltam-se diariamente bancos, gasolineiras, estações dos correios e pessoas; dinamitam-se carros blindados de transporte de valores; fazem-se tiroteios nas ruas; assassinam-se comerciantes para roubar o estabelecimento; provocam-se desacatos nas praias; e por aí fora…
Mas o que é “preocupante”, ao que parece, é uma festa para militantes do PNR… Isso sim, é ”sinal de perigo” de alteração da ordem pública, de alarme social e de insegurança para os portugueses. Isso sim, “justifica” que se montem barreiras policiais e se mobilizem agentes e meios, durante todo o dia, gastando-se avultadas verbas do erário público e mantendo ocupadas as forças da segurança para olharem pelos Nacionalistas.
Será que as habituais festas de outros partidos como a do Pontal, por exemplo, também são alvo de tanto “zelo” por parte do sistema? Será que vai haver alguma preocupação em se fazer o mesmo na Festa do Avante? Pois…

Então afinal, isto é ou não perseguição despudorada aos Nacionalistas?

José Pinto-Coelho | 1 Set 2008

Comunicado do Partido Nacional Renovador - Criminalidade violenta alastra de forma preocupante


As últimas semanas têm sido férteis em casos de criminalidade violenta, nomeadamente assaltos, sequestros e homicídios, que o Governo teima em ignorar ou negar. O Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, desdobra-se em comunicados e entrevistas onde tenta camuflar a gravidade da situação com um discurso ridículo e estafado.

A verdade é que os portugueses estão a ser vítimas, no seu próprio país, de bandos de criminosos que não se importam de matar e destruir a vida de terceiros a troco de alguns euros. O crime alastra a uma velocidade galopante e vivemos uma situação insustentável e sem paralelo na história recente do nosso país. Os partidos do sistema, culpados da situação, têm um discurso demagógico, populista ou securitário, que é usado para tentar disfarçar as suas políticas de destruição nacional.

É urgente reforçar e preparar melhor as nossas polícias, acabar com o sentimento de impunidade que alastra entre criminosos, agilizar e reforçar a aplicação da justiça, punir com serveridade os crimes contra as pessoas, repatriar os imigrantes que cometem crimes, e sobretudo acabar com o laxismo, preguiça e corrupção, reinante na classe política portuguesa.

Perseguição Política - Agosto 2008

A GNR montou vigilância nos acessos ao local e, ao longo do dia, fiscalizou pessoas e viaturas que entravam ou saíam do recinto, onde uma centena de membros do partido de extrema -direita convivia, comendo febras ao som de bandas formadas por militantes e simpatizantes e entretidos com jogos tradicionais e futebol. Não fora a predominância de roupas negras, cabelos rapados e palavras inflamadas contra a alegada “perseguição política” que dizem ser alvo, dir-se-ia uma reunião de família, onde até havia crianças e que acabou ao cair da noite.

“O sistema trata-nos como se fossemos não um partido político mas um gang e mobiliza agentes para nos vigiar em vez de se preocupar com situações como a Quinta da Fonte e imigrantes que assaltam bancos no País”, acusou o presidente do PNR, presente no evento.José Pinto Coelho garante que “há cada vez mais portugueses a aderir às ideias do PNR”, sendo o Algarve a zona “mais activista”, a seguir a Lisboa.

“Queremos chegar ao poder para dar uma vassourada nisto enquanto é tempo.Tencionamos concorrer às legislativas nos 22 círculos e às europeias. Nas autárquicas iremos onde se proporcionar”.
Fonte

A Democracia em Portugal

O Partido Nacional Renovador lamenta a forma como o Governo, através das forças policiais sobre a sua tutela, tratou o Festival de Verão organizado pelo PNR no Algarve. Centenas de agentes da GNR rodearam o recinto onde se realizou a referida festa e interpelaram todos aqueles que para ela se dirigiam desaconselhando-os a se juntarem a ela, gerando assim um clima de alarme social. Nunca tal se viu em Portugal num evento partidário, ainda para mais tratando-se de uma festa privada, de contornos políticos e sociais, onde não houve relatos ou registos de qualquer actividade suspeita ou ilegal, como aliás é tradição em todos os eventos organizados pelo PNR.

Trata-se de uma perseguição inaceitável num Estado de Direito, onde não pode ser o governo a usar a polícia para controlar os outros partidos, mesmo que não tenham representação parlamentar, e de uma actuação que devia merecer alguma reflexão por parte das autoridades não-governamentais. Para o PNR este tipo de perseguição é vergonhosa e desprezível, mesmo não sendo novidade, além de extremamente perigosa e de cariz ditatorial.

Primeiro Festival Nacionalista - Agosto 2008

Desfile Patriótico / PNR - Dia de Portugal 2008

Partido Nacional Renovador


Após um Almoço-Convívio para militantes, onde foi apresentado o nº1 da publicação «Terra Portuguesa», o desfile patriótico teve início às 16h00 no Largo de Camões.

A faixa com a expressão «Nação Valente e Imortal» encabeçou a manifestação e tornava claro qual o mote para este Dia: Recordar e honrar a nossa história e lutar pelo nosso futuro!
A dezena de estandartes com alusão a várias personalidades de relevo e ao nosso património natural e cultural surpreendeu muitos portugueses que assistiam à manifestação, tendo sido inúmeras as reacções efusivas de apoio.

Na praça dos Restauradores, e ainda na presença de vários órgãos de comunicação social que acompanharam todo o percurso do desfile, o discurso do presidente do PNR, José Pinto Coelho, captou a máxima atenção de todos os presentes.
Durante o desfile foram ainda exibidos uma dúzia de cartazes com mensagens referentes aos mais variados problemas.
«Viemos todos a pé! Não há €uros para combustível», «Mais desemprego? Porreiro pá!», «O Multiculturalismo destrói a identidade nacional» ou «Bobos e lacaios de Bruxelas» foram alguns dos temas abordados.
Merece ainda especial destaque o cartaz com a expressão «Querem mais jovens na política? Não nos prendam!». Trata-se de uma alusão ao facto de dezenas de nacionalistas estarem a ser julgados, em Monsanto, pelo crime de, alegadamente, divulgarem ideias «incorrectas». Esse é, na verdade, o único motivo porque Vasco Leitão, dirigente nacional do PNR, e Mário Machado, militante deste partido, estiveram 13 meses presos preventivamente!

Mais um evento do PNR, mais uma actividade que decorreu com toda a normalidade. Uma ou outra pequena provocação foi resolvida pela polícia que rapidamente identificou quem proferia insultos.
O reforço da organização interna deste 10 de Junho não deixa de ser um reflexo óbvio da revitalização que o PNR está a viver neste momento! Um dinamismo que nem o julgamento político e as respectivas prisões injustas conseguem parar! Uma determinação que só existe, e se reforça, porque é uma luta pela nossa Comunidade, pelo nosso Povo, por Valores! Algo que, para quem passa uma vida olhando apenas para o seu próprio umbigo, não consegue entender!


FONTE

PNRTV - YouTube


Desfile Patriótico / PNR











Dia de Portugal - 10 de Junho de 2008 | Discurso de José Pinto-Coelho


Portugueses.

Hoje é o Dia de Portugal! O dia em que celebramos a nossa Nação. A sua História e Origens, o seu Presente e o seu Futuro.
É uma festa grande para os Nacionalistas!

Teremos razões para celebrar o Dia de Portugal quando o panorama nacional é desolador? Quando vemos com tristeza que a nossa Pátria mais se parece a uma mãe que não dá de comer aos seus filhos?
A resposta é sim! Sempre sim!

Celebramos a nossa Pátria porque a amamos. Sempre!
Seja ela grande ou pequena; desenvolvida ou atrasada; próspera ou moribunda. Não amamos a Pátria por ser melhor que as outras. Amamo-la porque ela é nossa! Isso basta!

Mas, sem dúvida, a celebração do Dia de Portugal neste ano de 2008, está necessariamente ensombrada pela profunda preocupação que nos causa o avançado estado de degradação nacional e a falta de perspectivas futuras e está também fortemente ligada ao carácter grave e obrigatório da urgência que sentimos em lutar por Portugal.

Olhamos à nossa volta e o panorama é desolador e alarmante:
- desemprego nos 8% e emprego refém e precário;
- endividamento sufocante das famílias;
- 2 milhões de pobres, ou seja um quinto da polulação;
- carestia de vida observável sobretudo no aumento dos preços dos alimentos e combustíveis;
- fosso crescente entre ricos e pobres;
- criminalidade galopante e violenta;
- desertificação do interior e encerramento de diversos serviços que gera maiores dificuldades e acelera essa mesma desertificação;
- perda gradual da independência e soberania. Basta pensarmos no famigerado tratado de Lisboa e no modo sórdido com que este foi aprovado;
- baixa de natalidade e imigração desregrada.
- submissão cultural e humilhação bem exemplificadas pelo chamado “acordo” ortográfico.

Enfim, a lista poderia continuar, mas não vos quero cansar e deprimir mais ainda.
Todos conhecemos bem o estado deplorável em que se encontra Portugal, bem como da insatisfação e desencanto estampados na alma, na cara e nas conversas dos portugueses.
Quem é afinal responsável por este estado de coisas e pela falta de vontade e coragem de o mudar.
A resposta também a sabemos: é a classe política que nos domina há décadas e que não tem sentido nacional, antes pelo contrário, trabalham no sentido de aniquilar a ideia e a realidade da Nação. É esta classe de governantes que hoje, tal como em 1890, Guerra Junqueiro acusava de serem são traidores, turba de escravos libertina e que nem ouve os gritos que ela (Pátria) dá.

São estes que, pensando em si mesmos e nos amigos e com espírito de subserviência para com os seus patrões globalizadores e mundialistas, apenas pensam em Portugal como se de uma empresa se tratasse, sujeita às leis de mercado e onde os portugueses são números os peças.
Sim. Eles apenas se interessam pelos números, estatísticas e relatórios.

Não conhecem, nem querem conhecer o valor de uma Nação. Não sentem Portugal.
Na melhor das hipóteses vêm a nossa Pátria como “Portugal, SA”, outros há que, indo mais longe, entendem que é mais vendável esta empresa e este produto se se chamar “Costa Oeste da Europa” e se o Algarve passar a ser o “allgarve” com dois “ll”…
Enfim, sujeitam a nossa querida Nação às suas reles leis de mercado capitalista, onde a privatização, a “join-venture”, a deslocalização e a mobilidade são dogmas.

Mas nós sabemos bem o que é Portugal!
Conhecemos o valor da Nação e não estamos dispostos a vê-la maltratada e ameaçada de extinção.
Aqui neste desfile patriótico, resumimos simbolicamente a nossa imagem de Portugal, Nação Valente e Imortal, que começou em D. Afonso Henriques, que teve raízes em Viriato, que está povoada de Heróis e figuras notáveis e que, simbolizada na imagem daquela criança, tem continuidade e futuro.

Nós Nacionalistas e Patriotas, nós PNR, gritamos também com Guerra Junqueiro: Portugal, não morrerá!
Mas para isso temos lutar sem tréguas. O PNR conta convosco!
Viva o Nacionalismo!
Viva o PNR!
Viva Portugal!

Acordo Ortográfico



Desfile Patriótico / PNR



http://sintra.terraportuguesa.net/

Desfile Patriótico / PNR






Desfile Patriótico / PNR

Desfile Patriótico / PNR



Lançamento da revista "Terra Portuguesa"


Integrada nas comemorações do 10 de Junho, promovidas pelo Partido Nacional Renovador, teve lugar ontem, pelas 14 horas, numa conhecida unidade hoteleira de Lisboa, a cerimónia de lançamento da Revista "Terra Portuguesa", órgão oficial do PNR.


Perante 80 Nacionalistas foi apresentado o nº1 desta publicação, de periodicidade trimestral. Além de abordar variados temas tem, por objectivo principal, dar a conhecer, de forma rigorosa, as actividades desenvolvidas por militantes e apoiantes do Partido Nacional Renovador .
O principal destaque vai para a Convenção Nacional, realizada no início de 2008, onde foi lançada a Comissão Executiva do PNR. Objectivo: desenvolver uma profunda reestruturação interna, sendo o lançamento agora da «Terra Portuguesa» mais um sinal desse dinamismo consistente.

Nesta primeira edição merece igualmente destaque a entrevista a Vasco Leitão, dirigente nacional do PNR, que aborda diversos aspectos relacionados com a prisão domiciliária a que esteve sujeito durante 13 meses. Prisão motivada por, alegadamente, ter escrito ideias «incorrectas». Uma entrevista que, só por si, justifica a compra e divulgação da revista.

Entre diversas secções e espaços que contam com a colaboração de vários militantes, nomeadamente sobre cultura ou crítica literária, este nº1 traz ainda um artigo de Bruno Oliveira Santos, onde são esclarecidas várias questões sobre o famigerado acordo ortográfico.


O preço de cada edição é de 2€ (mais portes de envio quando remetida por correio).

Os interessados podem enviar e-mail para: ce@pnr.pt


Dia de Portugal - YouTube







Encontro Nacionalista em Évora 2008

Vai realizar-se em Évora um encontro nacionalista dia 22 de Junho de 2008.

Programa:
Encontro na Praça do Giraldo às 12h00
Almoço de Convivio às 13h00
No fim do almoço será feita a distribuição de folhetos na zona da Feira de São João